INTEGRANTES

Gilberto Todt – Violão, Voz e efeitos

Gilberto Todt é natural de Cruz Alta, Rio Grande do Sul, radicado em Minas Gerais desde 1994. É artista plástico, formado pela Escola Guignard, UEMG, produtor cultural, arte educador, músico, poeta, compositor e cantor. Procura em suas músicas mesclar diversos estilos assim como diversos instrumentos dando uma roupagem antropofágica ao seu trabalho.

Seu currículo inclui trilhas para teatro, “Os Gatos” de Caio Quinderé, “Um é pouco, dois é bom três é muito melhor” de Tarcísio Ribeiro Jr. e para o Cinema: “Um Espírito Baixou em Mim”.

Também compôs sambas enredos para a cidade de Nova Lima, representando a Escola de Arte Reciclagem Casa Aristides.

Possui ateliê em São Sebastião das Águas Claras (Macacos), onde trabalha notadamente com formas de expressão tri e bidimensionais

Eda Costa – Percussão e Voz

Professora da Escola de Teatro da PUC- Minas; do Programa Arena da Cultura- da Fundação de Cultura de Belo Horizonte; Preparadora vocal dos Grupos: Teatro Negro e Atitude-TNA; Cia Acômica e Cia Lúdica.

Incentivada pela mestra Babaya, inicou sua carreira de cantora em 1991. Participou de vários musicais produzidos pela “Babaya Escola de Canto”. Gravou música de Paulinho Pedra Azul, Milton Nascimento no primeiro CD da mestra e amiga. Participou também do primeiro CD do amigo Fernando Muzzi, dividindo com ele a produção executiva do trabalho.

Em 2003 participou do Segundo Festival de Arte Negra- FAN, junto com nove sensacionais cantoras negras, onde fizeram um show de abertura do evento internacional. Dali, junto com cinco remanescentes do FAN participou e co-produziu o espetáculo AYABAS que estreou sobre a batuta de SÉRGIO PERERÊ em 2004 no Teatro Sesi Holcin levado a quatro cantos pelo projeto “Trilhas da Cultura” ficando em cartaz quase dois anos.

Anderson Leme - Percussão

Ao invés dos amigos, mais afetos ao violão e às jovens guitarras distorcidas, lhe chamavam a atenção as percussões em geral, desde as escolas de samba que desde cedo começou a freqüentar, até grupos andinos que se amontoavam no centro da cidade de São Paulo. “Lembro-me da construção de um prédio vizinho à antiga casa onde morava quando garoto, onde enquanto os vizinhos reclamavam do barulho matutino, já acordava eu procurando naqueles estrondos e zunidos constantes e certa rítmica entre os bate-estacas, martelos e britadeiras…” Grave!

Alexandre Salles – Baixo

Aqui o destaque para o “minino” das quatro cordas. Filho mais novo de uma família de pseudo-músicos. Ao nascer seu Pai comemorou em alto e bom som de Beethoven; Nona se bem que me lembro. Entre os intervalos dos atos sua Mãe o contemplava com a Ópera do Malandro, Chico sempre bem vindo. Daí o resultado, entre clássicos dos clássicos, uma pitada de jazz e muito rock’n'roll, as levadas de baixo da Oncotô

Ricardo Salles – Violão Nylon

Destaque para o mocinho das cordas de nylon.

Ricardo Cardoso Teixeira de Salles, nascido no dia 07/04/1970, em Belo Horizonte, começou a estudar música aos 16 anos, com o guitarrista Guilherme Monteiro (Bebel Gilberto e Forró in the Dark), tendo, posteriormente, estudado violão/guitarra com Júlio Marques, Celso Moreira, Augusto Rennó, Inácio Cavallieri e Reginaldo Silva.

Berardo Nunan– Bongô

Iniciou seus estudos de música aos 9 anos, estudando acordeon com a professora Maria da Glória Vono. Aos 12, começou a tocar bongô por conta própria. Aos 16 anos, começou a tocar em público, tendo acompanhado inúmeras bandas de projeção na época, tais como:Orquestra do Delê, conjunto Túlio Silva, orquestra Célio Balona,

orquestra do Montanhês Danças, cujos bateristas ainda são hoje lembrados como dos melhores de todos os tempos em MG (os irmãos Olavo e Bié Prata), e muitos outros. Ainda aos 16 anos, tocou na Boate Arpège no Rio de Janeiro, acompanhando o famoso conjunto Waldir Calmon. Voltou a tocar no Rio na Boate Sacha’s no final da década de 90, a convite do cantor angolano residente em Paris, Carlos do Nascimento.

Em 2001, em tournée pelos EEUU, tocou com uma banda chamada APACHE. Já em Macacos, fez dupla com o percussionista Maurício Lopes numa banda chamada HOUR GLASS.

A partir de 2006, convidado pelo músico e compositor Gilberto Todt, passou a integrar a banda ONCOTÔ, com a qual vem tocando desde então.